Diwali

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O Festival Diwali, também conhecido como Festival das Luzes, é realizado na Lua Nova de Outubro/Novembro de cada ano. É a maior festividade da Índia, comparada à comemoração de ano novo ocidental. Diwali é o Festival da Deusa Laxmi, a Deusa da prosperidade. Acredita-se que durante o Diwali Laxmi visita a casa de todos trazendo paz e prosperidade. O Puja para Laxmi acontece logo após o por do sol.
Cinco Diyas (pequenas lamparinas) são acendidas na frente da Deusa e doces são oferecidos a ela. Após o Puja acendem-se diversas diyas pela casa para trazer luz e  livrar o mundo da escuridão.
Laxmi gosta de limpeza portanto é muito importante que a casa esteja especialmente limpa nesse dia.
Lakshmi ou Laxmi é uma divindade do hinduísmo. É personificação da beleza, da fartura, da generosidade e principalmente da riqueza e da fortuna. A deusa é sempre invocada para amor, fartura, riqueza e poder. É o principal símbolo da potência feminina, sendo reconhecida por sua eterna juventude e formosura.

Eu associaria  Laxmi a carta da Imperatriz. Essa lâmina representa a plenitude, a natureza, a fecundidade, a geração nos três mundos. Sabedoria. Idealismo. É o arcano da Magia Sagrada, instrumento do poder divino. Instrumento do poder do Sagrado Feminino, do poder da Deusa, esse poder que durante séculos foi colocado adormecido, mas que no momento encontra-se resplandecente, esse mesmo poder que sempre existiu em todos os avatares de Luz na forma feminina: Maria – Mãe de Jesus, Maria – Madalena, Kuan Yin, Kannon e tantas outras, até chegar em nós mesmas.

Celebremos Laxmi! Celebremos o Sagrado Feminino! Celebremos a Vida! Celebremos a nós!

Os Caminhantes — A Sacerdotisa e a Imperatriz

Oraculo

O Caminho da Sacerdotisa

Mesmo sem reconhecer o local, este caminho imediatamente revela ser algo muito antigo, algo que ali está desde tempos imemoriais.

Embora nem sempre muito fácil de trilhar, pelas suas duras pedras do caminho, sua orientação nos leva ao alto, nos eleva, e as marcas do chão claramente deixam ver que milhares trilham a mesma senda. É fácil deduzir que busquem acolhimento, respostas ou revelações naquela edificação ao fundo, já que ela é, nesse estágio árido e descampado, o único teto que pode nos abrigar e onde podemos nos apoiar e mesmo reconectar com essa estabilidade ou sabedoria milenar. A isso em geral damos o nome de intuição.

Há, ao fundo, um encontro visual que sugere a interação subliminar e congruente entre masculino e feminino, entre a montanha mais escura e mais pedregosa e esta mais clara e com vegetação. Este é, portanto, o caminho do feminino ideal, ancestral, essencial ou fundamental, onde a mulher primeira, embora capaz de gestar, alça-se ao lugar de oráculo perene e nos oferece o estímulo à compreensão dessa força dentro de todos nós.

O caminho da Imperatriz

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Esta imagem nos mostra nuvens de chuva acima, em geral aliando-as à ideia de risco, sombra ou perigo, o que me diz algo de como vários de nós estão sentindo a vida.

No entanto, embora a ideia de futura chuva seja pertinente, o que há no presente é sol, um sol potente, dourando as espigas e garantindo a fartura da mãe Terra, um ensinamento básico para a existência, aliás.

Essa é a imagem da prosperidade, alimento e nutrição, acolhimento, sexo, gestação, parto, mãe efetiva, mulher regrada e regradora. E, sim, ela será sempre um porto seguro, mesmo diante da chuva, pareça-nos ela sombria, ameaçadora ou não…

Adaptado: El Tarot Luminar

By Rosi Guimarães

Uma Jornada pelos Arcanos Maiores III e IV

Shadowscapes Tarot

As duas cartas seguintes na sequência do Tarô, A IMPERATRIZ e O IMPERADOR, simbolizam os arquétipos da Mãe e do Pai em escala grandiosa. Pouca necessidade haverá de nos estendermos aqui acerca dos poderes das duas figuras, pois todos os experimentamos em relação a nossas mães e pais pessoais ou a outros seres humanos que representavam para nós seus substitutos. Como crianças, todos vimos, provavelmente, nossos pais entronizados como a “boa” mãe “nutriz” e “protetora”, e como o “onisciente”, “corajoso” e “poderoso” pai. Quando, por serem humanos, eles deixaram de representar esses papéis de acordo com o nosso texto, nós, muitas vezes, encaramos nossa mãe como a arquetípica Bruxa Negra ou a Madrasta Má e nosso pai como o Diabo Vermelho e o Cruel Tirano. Foram precisos muitos anos de projeção exótica para podermos, afinal, ver nossos pais como seres humanos que, à nossa semelhança, possuíam muitas potencialidades tanto para a felicidade quanto para o infortúnio.

Até como adultos, se nossos pais estiverem vivos, ainda poderemos descobrir algumas áreas em que revertemos aos padrões de hábitos da mocidade e brincamos de “filhos”. Quando isso acontece, podemos sentir-nos impelidos a procurar nossos pais e “desabafar” com eles. Mas do ponto de vista junguiniano, a proposta confrontação com os pais, mesmo possível, não é necessariamente o primeiro passo para o esclarecimento do nosso problema. Pois aqui também (como no caso do motorista e do caronista) os arquétipos estão em atividade. Inteiramente à parte das personalidades e ações de nossos pais (por mais limitados e inconscientes que estes pudessem ser), estaríamos tendo problemas semelhantes com quem quer que estivesse no lugar deles enquanto não tivéssemos entrado em acordo com os arquétipos da Mãe e do Pai dentro de nós mesmos. As probabilidades são de que tanto nós quanto nossos pais sejamos bonecos no drama arquetípico, manipulados por figuras gigantescas que operam por cima e por trás da nossa percepção consciente.

Enquanto este for o caso, por mais boa vontade, determinação, confissão, ou o que quer que ocorra numa confrontação entre os próprios bonecos, o resultado só pode ser um maior emaranhamento nas cordas. Obviamente, a primeira coisa a fazer é dar meia-volta e encarar com os marioneteiros de modo que possamos ver o que eles tencionam fazer e, se possível, desatar ou afrouxar algumas cordas.

O descobrimento da camada arquetípica do inconsciente e a apresentação de técnicas de confrontação são algumas das maiores contribuições de Jung à psicologia. Pois sem o conceito dos arquétipos, estaríamos presos para sempre numa dança de roda interminável com pessoas na realidade exterior. Sem técnicas para separar o pessoal do impessoal, estaríamos projetando incessantemente em nossos pais, ou em outros em nossos meio, padrões arquetípicos de comportamento que nenhum ser humano pode, possivelmente, encarnar.

Inspirado em Jung e o Tarô – Sallie Nichols

By Rosi Guimarães

A Imperatriz e O Imperador

A Imperatriz e O Imperador, outra combinação de arcanos isolados mas com simbologia complementar. Talvez uma das coreografias mais complexas, com grande número de bailarinas, elas iniciam a dança em uma linha diagonal que divide o palco, assim como o Imperador e a Imperatriz se dividem entre humildade e poder, estabilidade e audácia, riqueza e confiança. No Tarot, é uma carta de realizações, por isso vê-se uma coreografia muito rica, de ritmo acelerado e com incrível mobilidade na formação das belas em palco, sempre audaciosas, como a Imperatriz, ao longo de movimentos coordenados e precisos, como o Imperador, que é senhor de seus passos. A ousadia e beleza desta dança em particular remete ao risco que se corre em certa parte da vida, quando as conquistas materiais e a beleza, podem sobrepor-se ao plano espiritual.

O Círculo Mágico da Vida

The Gilded Tarot Royale

Abordar os Arcanos Maiores é uma grande aventura! Vamos fazer uma abordagem diferenciada… Vamos caminhar com os arcanos maiores pelos ciclos mágicos de nossa Jornada terrena.

O Louco estará na posição inicial, assim ficando em contato com cada uma das 21 cartas restantes, que serão os desafios do ciclo da vida, pelos quais ele passará e irá se transformar.

O Louco é o recém-nascido, puro e inocente, representa assim o estado potencial das coisas. Ele chega livre de medos, preconceitos e bloqueios emocionais. A partir desse momento ele começa a ter contato e desenvolver em si mesmo a primeira polaridade, começa a expressar-se de duas maneiras fundamentais básicas que operam nos Cosmos: o Princípio Masculino ou Yang e o Princípio Feminino ou Yin, que no Tarô recebe o nome de: O Mago e A Sacerdotisa, respectivamente.

O neonato vai relacionar-se com o mundo que o rodeia, vai mamar, sentir frio, criar, descobrir seus limites, agir com o mundo exterior. Essa é a expressão do Mago, Arcano I.

A Sacerdotisa, Arcano II, está relacionada as forças que levam o bebê à interiorização, ele fica quieto, tranquilo e silencioso.

Ele também está entrando, ao mesmo tempo em contato com o mundo mais concreto, o mundo das regras. Esse contato se faz por meio da mãe e do pai, A Imperatriz e O Imperador, Arcanos III e IV, respectivamente.

Nesse contato são passadas as “regras” de comportamento, muitas vezes o tempo que os pais deveriam gastar para conversar, informar, orientar, escutar, compartilhar, será gasto para ordenar, ameaçar, premiar ou castigar. Assim, O Louco perde o caminho de seu coração, enfraquecendo o seu Eu.

Continuando na nossa sequência, O Louco vai encontrar-se com O Sacerdote, o Arcano V, que traz as doutrinas com as quais a sociedade molda seus cidadãos. O Sacerdote é o poder ideológico que ajuda o Imperador a sustentar seu poder econômico, o sistema.

Essa programação comportamental foi gravada a sangue e fogo no subconsciente, será preciso mexer com as emoções e os instintos para que algo aconteça. A paixão, onde o amor e desejo se complementam é o melhor abre-latas. Portanto não é surpresa que a próxima carta de nossa Jornada seja Os Amantes, Arcano VI.

Quando O Louco se apaixona, ele vê o mundo e a si mesmo com outros olhos! Afinal alguém o aceita e o ama como ele é, apaixonado ele tem coragem para lutar, ser autentico, esse amor pode transcender, a ponto dele se sentir unido ao Universo todo. Se depara então com o grande dilema: dar continuidade a esse momento, assumindo o direito de seguir os impulsos mais íntimos, ou continuar a rotina mecânica, escravizante e sem prazer. Os Amantes leva O Louco a uma opção fundamental: escolher entre dois caminhos. De um lado, o risco, da entrega ao amor, a espontaneidade, ao prazer, do outro, o que é conhecido, as rotinas, os velhos padrões de comportamento. Mudar significa entra em uma viagem que não se conhece bem o itinerário…

(Continua…)

Adaptado do Livro: Curso de Tarô e Seu Uso Terapêutico By Rosi Guimarães

CURRÍCULO:

CERTIFICADA COMO CATR PELO THE TAROT CERTIFICATION BOARD OF AMERICA.
CERTIFICADA EM TELEPSIQUISMO, DEFESA PSÍQUICA, CHAKRAS, TÉCNICAS DE REPROGRAMAÇÃO MENTAL PELA UNIDARMA.
MESTRA EM REIKI, SISTEMA USUI E THE WAY OF THE HEART.
FORMADA EM MAGIA, AROMATERAPIA, TERAPIA DOS FLORAIS E ORÁCULO DAS VELAS PELO BUZZERO.
INICIADA NO SAGRADO FEMININO PELA TERAPEUTA LUCI PORCINO.
SACERDOTISA DA ORDEM DE MELQUIZEDEK.


Mestre Interior

Todos tem em si, tudo de que precisam!

marciadeluca

Filosofia de Bem-Viver

Chris Allmeida

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